São poucos os que se intregam
Nesse doce vestígio.
Para que a covardia?
Se partiremos um dia!
E esse sentimento ignorado
Irá juntamente com a nostalgia!
Aos covardes? Restam as lembranças do que teriam vivido.
Aos amantes? Recordações de noites apaixonantes...
E dos luares de cada dia.
Beijos... abraços... feliz o homem
Que o fez pela primeira vez.
Somente ele soube...
Da inocência de tal orgia.
Hoje? Pensamos... meditamos... porém, nunca consigamos.
Explicar o AMOR?
Impossibilita-nos esse desejo de querer o mal.
Por que não? Viver uma fantasia!

Que se cale a voz da incruel razão...
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